As autoridades do Rio de Janeiro arquivaram os planos para construir uma pista de F1 dedicada nas proximidades da cidade, na zona florestal de Camboata.
Contudo, a construção do circuito na região de Deodoro também envolvia o abate de até 70.000 árvores em 55 hectares de terreno, e exigia a aprovação das autoridades ambientais para avançar, uma luz verde a que os ambientalistas se opuseram veementemente e que causou polémica.
O antigo chefe executivo da F1, Chase Carey, assinou em Outubro um acordo condicional para que o Rio organizasse uma ronda do campeonato mundial de F1. A Rio Motorpark, a empresa que liderava o projeto tinha reservado 170 milhões de dólares para a construção da pista, um montante que não incluía qualquer investimento público.
Na segunda-feira, Eduardo Cavaliere, secretário do ambiente do Rio confirmou o fim do projeto, afirmando aos meios de comunicação social que o Presidente da Câmara Eduardo Paes lhe tinha ordenado que pusesse fim aos procedimentos para obter licenças ambientais para construir o circuito.
“Estamos a desistir oficialmente da construção da pista internacional do Rio“, disse Cavaliere.










