O diretor da FIA Rally, Yves Matton, explicou a opção da FIA pelo novo calendário do WRC, naquele que é um caminho em que se pretende chegar a oito provas na Europa, e a outras tantas fora dela, espalhadas pelos vários continentes. Para já, o calendário mantém-se nas 14 provas, já que os construtores não têm condições de orçamentar mais duas, mas a ideia é chegar às 16 provas a breve trecho. De resto, reafirma a importância de manter a ‘espinha dorsal’ do Mundial de Ralis, ou seja, as provas emblemáticas que têm enorme notoriedade. Entre elas, está o Rali de Portugal: “A fim de globalizar ainda mais o campeonato, precisávamos de ter mais rondas WRC fora da Europa. Congratulo-me por ver os resultados da nossa estratégia de expansão, com eventos emblemáticos como o Quénia e o Japão a regressarem ao calendário da WRC no próximo ano, juntamente com a substituição da Austrália pela Nova Zelândia, enquanto eventos europeus emblemáticos de longa data proporcionam um grande equilíbrio e preservam o ADN do desporto.
“Após a integração do Chile no ano passado, o calendário 2020 também expande a nossa presença nos continentes asiático e africano.
“Com o forte interesse de muitos países em sediar uma prova do WRC, tivemos mais candidatos de alta qualidade do que o número de vagas disponíveis no calendário, o que demonstra a robusta saúde e popularidade do campeonato. O sistema de rotação que estamos a adotar dá-nos a oportunidade de manter um maior número de bons eventos na WRC”.
“Graças à nova estratégia de calendário que foi posta em prática após o Conselho Mundial da FIA em março de 2019, podemos anunciar o calendário do WRC mais cedo do que nos últimos anos e, no futuro, pretendemos estar em condições de o publicar em março”, disse.










