Apesar da classe principal do WRC, os RC1, ou Rally1, se preferirem, não ter o número de equipas e duplas que os adeptos, Promotor e FIA, gostariam, a verdade é que a segunda divisão dos ralis está mais saudável do que nunca. Durante todo o ano participaram nas provas do WRC2 um total de 129 pilotos, com a decisão do título principal a dar-se somente na última prova. Só foi pena o facto da nomeação de provas impedir que os pilotos possam competir todos contra todos, sempre. A luta pelo título do WRC3 Junior foi até à última prova, e a introdução dos 4WD nos Rally3, carros de quatro rodas motrizes, foi uma boa medida, porque proporcionou uma oportunidade para jovens pilotos mostrarem o que valem face aos concorrentes com carros mais competitivos. Curiosamente tivemos dois casos em que existiram bons resultados dos Rally3, à geral Jon Armstrong (Ford Fiesta Rally3) foi 14º no Rali da Suécia, e Lauri Joona (Ford Fiesta Rally3) 17º no Rali da Croácia, ambos com muitos R5/Rally2 atrás deles, o que prova que, quando bem guiados, os carros são competitivos, mesmo custando metade de um Rally2.
Cá em Portugal sucedeu o mesmo. Várias vezes Daniel Nunes (Ford Fiesta Rally3) deixou vários RC2 atrás de si, independentemente das razões. Sete no Rali Terra d’Aboboreira, e quatro em Castelo Branco, provas em que não teve problemas.









