Está tudo a postos para o arranque de mais um Mundial de Ralis e este marca uma mudança de era na modalidade. Novos regulamentos, novos e mais agressivos carros marcam esta nova geração, com três equipas a terem trabalho adicional para, em paralelo, gerirem o desenvolvimento do novo carro ao mesmo tempo que decorria o Mundial de Ralis 2016. Foi o caso da Hyundai e M-Sport – também da Volkswagen, mas neste caso tudo terminou com o anúncio da saída – e em menor escala com a Citroën Racing, que participou apenas em algumas provas de 2016, com bastante sucesso, diga-se.
A Citroën Racing revelou que os seus carros percorreram 9.500 km de testes, em França, Espanha, Portugal, Finlândia, Gales, Itália e Suécia. Kris Meeke foi o piloto que mais testou, com o último dia de cada sessão a ficar reservado, um dia cada, para Craig Breen e Stéphane Lefebvre.
A Hyundai foi testando em 2016, primeiro convertendo o carro atual para as novas regras e depois com o novo i20 Coupé. Não revelaram quantas vezes testaram, mas confirmam quilometragem acima dos 6.000 Km, em França, Espanha e Alemanha, tanto em terra como asfalto.
A M-Sport revelou ter rodado 6.392 km, em França, Espanha, Itália Finlândia, Suécia, Inglaterra e Gales, com os testes a serem levados a cabo por Ott Tanak, Eric Camilli e Matthew Wilson, tendo outros pilotos também guiado o carro, incluindo Malcolm Wilson, Martin Prokop, Elfyn Evans e Mads Østberg.
A Toyota Gazoo Racing revelou uns impressionantes 18.240 km de testes com o seu carro de 2017, tendo rodado na Finlândia, Espanha, Portugal e França.
Desta forma é fácil concluir que a Toyota – naturalmente face a ser uma equipa nova – foi quem mais testou (de longe), curiosmente uma valor que ultrapassa os 80 por cento da soma das restantes três equipas juntas…
Martin Holmes










