Já recuperado das contusões resultantes do espetacular acidente sofrido no Rali do Chile, que deixou o Hyundai i20 parcialmente destruído [“fisicamente já estou a 100% e não podia esperar encontrar-me mais forte”], Thierry Neuville revela otimismo: “Vamos tentar vencer o rali. No primeiro dia andaremos a limpar a estrada, pois somos os terceiros a passar. Será um pouco melhor em relação ao Ogier e ao Tanak, mas a questão é que lá para trás há muitos pilotos bons. Não vai ser fácil, mas espero que corra tudo bem”.
Quando ao primeiro dia de reconhecimentos, opinou: “As ‘especiais’ de Arganil são bonitas, um pouco diferentes das anteriores, na região Norte, mas pelo menos são algo de novo que nos obrigam a ter boas ‘notas’.
Thierry Neuville chega a Portugal depois de um grande acidente no Chile, que não acreditamos que lhe pese na mente, pois está apostado em dar sequência à bela luta que tem vindo a travar na frente do campeonato. Venceu em Portugal o ano passado, tem um carro que se ‘dá’ muito bem nas estradas portuguesas, pelo que virá motivado para recuperar o que perdeu no Chile, a liderança do Mundial.
Começou bem no Monte Carlo, perdeu para Ogier por 2.2s, foi terceiro na Suécia, depois de ter chegado a ser oitavo, depois de bater e perder algum tempo.
No México foi quarto, passando o rali todo a recuperar de um furo logo a abrir. Na Córsega, lutou com Elfyn Evans nos últimos troços, depois do atraso de Tanak, e o triunfo caiu-lhe do céu, quando Evans furou na PowerStage. Neuville venceu na Argentina, aproveitando bem os azares de Ogier e Tänak. Como referimos, teve um grande acidente no Chile.











