Pelo que tem vindo a fazer este ano, Kris Meeke é um dos pilotos que pode vencer em Portugal, o que para si não seria novidade. Tem tido alguns altos e baixos nas últimas provas, mas o seu andamento tem-se dado a um nível elevado, ainda que não suficiente para o trio da frente. Só mesmo a espaços. Tem-se adaptado bem ao Yaris, e ninguém ficaria muito admirado se vencesse, embora ele diga que não sabe o que esperar da prova…
No Monte Carlo, andou bastante bem, foi sexto, uma boa estreia com o Yaris. Repetiu a mesma posição na Suécia, mas no México as coisas melhoraram. Terminou na quinta posição, mas chegou a passar pela liderança. Um furo, danificou-lhe a suspensão do Yaris e em duas especiais, passou de primeiro para quinto. Na Córsega Meeke mostrou um grande andamento, mas um furo logo no troço de abertura atrasou-o muito, e os seus problemas pioraram quando cortou uma berma e danificou a suspensão traseira direita do seu Yaris WRC.
Foi o seu pior rali até aí. Na Argentina, um furo no último troço ‘roubou-lhe’ o pódio a que tinha chegado com muito mérito. No Chile, um mau fim de semana. Até ao seu acidente na PE7 era quinto e estava a andar logo a seguir ao ritmo dos três primeiros.
Depois do primeiro dia de reconhecimentos, Kris Meeke, o vencedor da prova portuguesa em 2016, alerta para o pó na primeira etapa: “As classificativas em Arganil parecem muito secas e poeirentas. Há muita terra solta, pelo que vai ser difícil para os carros da frente. É bom haver novidades, mas é necessário haver um grande intervalo de tempo entre concorrentes, porque vai haver muita poeira a pairar durante a manhã”.
Depois, o piloto da Toyota falou sobre os seus objetivos nesta edição do Vodafone Rally de Portugal: “Quanto ao rali, não sei o que esperar, por isso é chamado desporto. Vamos, seguramente, tentar o nosso melhor e vamos ver o que conseguimos”.








