Não é novidade para ninguém que a M-Sport está com grandes dificuldades em manter o seu programa no WRC ‘vivo’ e por isso também ninguém estranhou que tivesse apresentado um line up em que o piloto que terá o programa completo é Gus Greensmith.
Já se percebeu que o piloto inglês leva dinheiro para a M-Sport, o mesmo sucedendo com o francês Adrien Fourmaux.
Só assim a M-Sport consegue manter o seu programa. O caso de Teemu Suninen é um pouco diferente. À imprensa finlandesa, Suninen disse que “Um piloto deste nível deve ser pago para correr. Em nenhum momento eu duvidei que haveria algum lugar. Claro, percebi que os tempos são difíceis. No entanto, posso acrescentar que é preciso haver um piloto na equipa para desenvolver o carro” disse Suninen. E que carro? Não só o atual como o de 2022, que como se sabe surgirá com tecnologia híbrida: “Este ano pode-se fazer quaisquer alterações e ajustes no carro. Depois da homologação, não, por isso é importante colocar tudo em ordem logo de início”, destaca Suninen.
Pelo que se percebe essa é uma prioridade da M-Sport para este ano e aí está um pouco da explicação do programa curto de Suninen: “Malcolm precisava de um piloto de testes, e nenhum outro piloto experiente estava disponível. Mas seria bom para cada equipa ter mais pilotos de testes. Não importa o quão bom alguém seja em testar um carro novo, pois é bom haver mais perspetivas diferentes”, disse Suninen que vai dividir o segundo carro com Fourmaux, mas ainda não sabe o que vai ser o seu programa: “depende do andamento e do dinheiro disponível”, disse Suninen que no fim revela uma cisa curiosa: “é importante guiar um R5 em 2021 porque será mais semelhante em termos técnicos (diferenciais) aos carros de 2022, em termos de maneabilidade e estilo de direção”.











