Sébastien Ogier vai ficar mais um ano no Campeonato do Mundo de Ralis (WRC), defendendo o seu título na Toyota. E para 2021, para além da notícia de que Ogier continua, Jari-Matti Latvala está de regresso ao campeonato, desta vez como chefe de equipa da Toyota Gazoo Racing. O finlandês substitui Tommi Mäkinen na estrutura japonesa.
Curiosamente, Ogier e Latvala correram juntos no programa da Volkswagen no Campeonato Mundial de Ralis, entre 2013 e 2016. Como será que se sente Ogier agora que vai ter Latvala como chefe de equipa.
Na conferência que antecede a gala de prémios da FIA, Ogier explicou: “Não há ninguém mais apaixonado pelo WRC e que conheça mais a história do Mundial que o Jari-Matti. Sei que ele vai colocar toda a sua energia neste novo trabalho”.
“Acho que alguma pessoas ficaram surpreendidas com a notícia, mas acho que vai ser muito interessante ver como as coisas correr no próximo ano. Temos uma boa relação e mal posso esperar por 2021”, explicou o piloto da Toyota.












Latvala, 35 anos, 0 títulos, 18 vitórias, chefe de Ogier, 37 anos, 7 títulos, 49 vitórias. O que pode dar certo no mundo ao contrário?
José Mourinho, jogador de futebol medíocre e banal. Decide lançar-se como treinador principal, ganha títulos em todo o lado por onde passou, e nos primeiros anos com alguns jogadores mais velhos do que ele. O que poderia correr mal? O Latvala tem conhecimentos e paixão. Para além disso, esteve na equipa. Pode correr mal? Pode, mas ninguém sabe. Só se saberá estando lá.
O Latvala é inadequado exactamente pelos motivos pelos quais o Mourinho, o Makinen, e todos os líderes alcançaram o sucesso: força mental, frieza, e capacidade de incutir esses atributos naqueles por si liderados. Em duas palavras. capacidade de liderança. Se não é imediatamente claro para si, deixe lá (não puxe é muito pela cabeça que não convém).