Há algum tempo que se sabe que o fim da era dos World Rally Car (que nasceram em 1997, e que em 2017 se ‘transformaram’ nos carros mais rápidos da história do Mundial de Ralis, que termina no fim deste ano de 2021) e a nova, que nasce em 2022, vamos dar um passo atrás em termos de velocidade, já que há um dado que é seguro: os novos Rally1 vão ser mais lentos que os atuais.
Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber que mesmo conseguindo ganhar algum peso com os novos chassis, só o novo sistema híbrido, incluindo a bateria pesa bem mais de 100 Kg.
A ideia é ter a mesma potência atual, mais os cerca de 160cv do sistema híbrido, que é só para usar excecionalmente nos troços (ainda não está perfeitamente definido) e nas ligações, a que se junta uma aerodinâmica menos apurada, portanto menos aderência. Com o acréscimo de peso, é fácil concluir que os novos carros vão ser mais lentos e segundo revelou o diretor Técnico da Toyota, Tom Fowler: “O carro vai ser muito diferente”.
Depois dos pilotos terem ficado com um sorriso de orelha a orelha quando largaram os WRC de 2016 e ‘agarraram’ nos de 2017, agora o percurso vai ser inverso, ainda que os novos carros fiquem bem acima do que eram os WRC de 2016: “Com o novo regulamento vão perder alguma aerodinâmica, ganhar algum peso e a entrega de potência vai ser diferente”.










