Todos sabemos que abrir a estrada no Rali do México é penalizante. E para isso basta dar como exemplo os anos de 2017 a 2019. em 2017, Sébastien Ogier liderava o campeonato, perdeu 20.9s no 1º dia, era segundo da geral. Em 2018, Thierry Neuville liderava a competição à chegada ao México, perdeu mais de dois minutos no primeiro dia, era sétimo da geral. Em 2019, Ott Tanak, primeiro na estrada, perdeu 37.1s no primeiro dia.
Os números são claros. Não foi por acaso que Kalle Rovanpera geriu bem a Power Stage na Suécia. Por isso, vamos ver quão Ott Tanak e mesmo Kalle Rovanpera são afetados neste rali: “Abrir a estrada, aqui, não é um benefício. Temos de gerir. claro que depende da estrada e das suas características, perder mais ou menos. Alguns locais são zonas lentas e estreitas e não há muito que se possa fazer. Nos troços mais rápidos, podemos conduzir e forçar um pouco mais e manter a velocidade onde a tracção não é tão necessária.
Só depende da física e temos de maximizar essas zonas”, disse Tanak, explicando que o que se perde no México sendo primeiro na estrada também depende muito dos troços que são escolhidos e da sua ordem. Por exemplo, em Portugal, Lousã, Góis e Arganil, qualquer um deles é muito complicado para quem é o primeiro a arrancar para a estrada, embora Góis tenha zonas em que se atenua um pouco a questão. Vamos ver como corre no México. Pelo que se viu no shakedown os andamentos parecem muito similares entre os três diferentes carros…











