Desde 202 no calendário do WRC, o Rali do Japão voltou a ter este ano um grave problemas de segurança com a entrada de uma carrinha num troço, em sentido contrário. Não é preciso referir o perigo que encerra uma situação destas, felizmente é algo muito pouco visto no WRC, mas duas vezes em três anos provam que há falhas graves na organização da prova japonesa e a FIA, por intermédio do seu diretor de desportos de estrada, Andrew Wheatley, deixou claro em declarações ao Dirtfish que terá de haver consequências para o Rali do Japão.
A carrinha entrou no troço em sentido contrário e chegou à partida pouco antes de Elfyn Evans arrancar com o seu Toyota GR Yaris Rally1. Agora imagine-se se o galês já tivesse arrancado e se, ainda pior, se cruzassem numa zona sem visibilidade, como sucedeu recentemente com Sébastien Ogier, em reconhecimentos, na Croácia.
Algo falhou, logicamente, está ou vai ser feita uma investigação, porque fechar bem as estradas é um princípio inegociável nos ralis.
Pode dar-se o caso da zona por onde entrou o veículo estar bem sinalizada e o condutor ter prevaricado, ou pode simplesmente ter sido negligência da organização no fecho da estrada. O que não faltam no YouTube são exemplo de situações semelhantes um pouco por todo o lado, e as razões para isso ter acontecido são inúmeras.
Portanto, em primeiro lugar é fulcral percebe como e porquê sucedeu e garantir que não volta a acontecer, se é que isso é possível. Relembramos que o Rali do Japão tinham em 2023 o espectro do cartão amarelo devido ao que sucedeu em 2022 e este novo acontecimento não são boas notícias para uma prova que recentemente prolongou o seu contrato com o WRC.










