Gus Greensmith estreia-se amanhã em competição com um World Rally Car, um passo que todos os pilotos que ascenderam à categoria máxima dos ralis já deram, e agora é a vez do jovem piloto britânico: “O sonho está prestes a tornar-se realidade. “O shakedown correu bem, foi um prazer conduzir o carro. Para lá de alguns erros, foi correndo cada vez mas sei que ainda tenho algum tempo para encontrar o meu ritmo” começou por dizer o jovem que falou também do seu teste pré-evento e da estratégia para este fim-de-semana: “Em primeiro lugar seria um desperdício colocar o carro nas árvores. Para mim, esta chance de pilotar um WRC é importante e preciso ter essa experiência. Tenho o conhecimento dos troços de sábado e domingo e vou tentar progredir na minha velocidade à medida que o fim-de-semana avança. O carro é mais fácil de conduzir e é mais fácil encontrar os limites, mas um teste é muito diferente de um rali. As notas de andamento têm que estar a funcionar”, disse Gus Greensmith, que depois ouviu os conselhos dos top drivers do WRC:
Sébastien Ogier: “Bem, ele esteve muito bem no Shakedown, mas eu não fui muito bom como referência. Acho que, quando se é jovem e está a chegar ao WRC, são normalmente muito apaixonados e querem mostrar o que podem fazer. Esse é o processo normal, e aí começa-se a cometer erros. O melhor conselho que tenho para lhe dar é permanecer na estrada o máximo de tempo possível e desfrutar”.
Sébastien Loeb: Concordo com o que disse Seb (Ogier). O mais importante quando se começa é saber que vai lá estar na luta daquele grupo restrito. Acho que não deve abusar e deve manter a mente limpa.
Ott Tänak: Acho que todas essas palavras vêm de sábios campeões. Acredito que, uma vez que ele tenha o capacete colocado, você deve aproveitar e ficar o máximo tempo possível na estrada”.










