O segundo lugar em Portugal é o melhor resultado de Ott Tänak desde que regressou à Hyundai no início deste ano. Os sete pontos adicionais que ganhou por ter liderado a classificação do super domigo ajudaram-no a passar Adrien Fourmaux e ascender ao terceiro lugar na classificação do campeonato, mas mais do que isso, recolocaram-no na luta. O estónio reeditou a vitória de 2019 no Rally de Portugal, foi mais rápido em cinco classificativas, mas quedou-se a escassos 7,9 segundos de Ogier: “Definitivamente, foi um fim-de-semana exigente. Tentámos o nosso melhor, mas quando vais ao ataque, mas não te sentes totalmente confortável no carro, isso reflete-se no resultado”, afirmou o estónio.
Ficou claro que, com um carro que esteja minimamente acertado para o seu estilo, têm de contar com ele para as seis provas de terra que se seguem ao Rali de Portugal.
Se até aqui, Thierry Neuville já estava a começar a perceber que o seu ascendente na equipa já não tinha volta, se calhar as coisas não são bem assim e o Rali da Sardenha pode ajudar ainda mais a percebê-lo.











