Já falámos dos troços da Lousã e de Góis, agora é a vez de Arganil. Como se pode calcular, não há estradas ‘virgens’ na Serra dos Açor quanto a ralis diz respeito e o troço deste ano do Rali de Portugal tem um enorme pedigree. Lembra-se de ouvir falar dos saltos? ‘Check’. Casa do PPD? ‘Check’ Gancho do Sardal? ‘Check’. Gancho do Pai das Donas? ‘Check’. Vôo Livre? ‘Check’. Alqueve? ‘Check’.
É um troço curto face ao que já se viu, mas é apenas o ano de regresso, há que reconstruir o mito, sendo certo que muito tempo passou…’daqueles’ tempos.
O troço começa um pouco antes da Casa do PPD na EM 508. No passado os concorrentes só não fizeram esta estrada… vindos céu. De resto não escapou nada. Pouco depois os famosos saltos, onde a Volkswagen testou em 2016, desce para o Sardal, ruma ao Pai das Donas, sobe ao Voo Livre, e desce ao Alqueve.
Paisagem fantástica, segundo se sabe, ainda não é oficial, duas excelentes Zonas Espetáculo, daquelas que quando os carros passam há espetáculo, quando não estão a passar, há uma fabulosa paisagem para desfrutar.
52 anos depois de Arganil ter feito pela primeira vez parte do Rali de Portugal, curiosamente com a sua primeira edição, está de volta. Em 1967 ainda nem sequer
se disputaram nesta zona Provas de Classificação, uma vez que estas eram pouco utilizadas na altura, mas a organização não dispensava a ligação Góis-Arganil para ali colocar um decisivo controlo horário, em plena madrugada. Inesquecível para quem viveu essas noites…











