A 11ª especial do Rali de Monza pôs termos a cinco anos com esta era de World Rally Cars em troços ‘normais’ de ralis. As montanhas a norte de Milão ficam para a história nesse aspecto, pois a partir daqui o WRC 2021, que marca o fim de vida competitiva ao mais alto nível do WRC destes carros, só irá ter troços ‘híbridos’, realizados no complexo do Circuito de Monza. São troços como muitos os que existiram ao longo dos quase 50 anos de história do WRC, como por exemplo os que o Rali de Portugal fez no Autódromo do Estoril entre 1987 e 1989, não é por isso que valem menos no cronómetro. Mas não são a mesma coisa, especialmente para os adeptos mais puristas.
Encerra-se um ciclo. Venha outro. Melhor, igual ou pior, logo se verá…










Foram obrigados a abandonar os chassis dos carros de estrada em favor de protótipos com chassis tubular. Algo me diz que o peso das baterias e a redução do curso das suspensões foram demasiado para manter esta tradição. Não deixará de ser o Mundial de Ralis, mas com silhuetas a competir na categoria de topo perde-se parte do purismo.