A F1 é feita de pormenores que fazem a diferença entre a vitória e o desaire. No caso do Brasil, para Lewis Hamilton, o campeonato poderia ter ficado comprometido por causa de dois parafusos.
A penalização do #44 devido à sua asa traseira ter sido considerada ilegal e ter chumbado por 0.2mm o teste nas verificações após a qualificação deveu-se a dois parafusos na asa do Mercedes que ficaram soltos o que motivou um dos lados da asa a ficar fora do intervalo considerado legal, com explicou Toto Wolff, após a equipa ter recuperado a asa que ficou com a FIA na altura em que a investigação decorria:
“Recuperámos a asa traseira e, como pensávamos, estava partida”, disse ele. “Partiu na qualificação. Não passámos no teste do DRS no lado direito. Passámos no lado esquerdo e no meio, mas não no no lado direito por uma fracção de milímetro. Não nos foi permitido inspecioná-lo, nem usar o argumento de que a peça estava partida e, consequentemente, descobrimos que dois parafusos se soltaram na qualificação e que isso fez com que o lado direito ficasse ilegal. Sabe-se que provavelmente até foi prejudicial para o tempo de volta, mas é o que é. Foi relatado aos comissários e isso foi muito diferente da forma como estas coisas foram tratadas no passado, onde seria possível reparar coisas que se partiam durante o parque fechado , mas seguimos em frente”.
Hamilton conseguiu depois fazer uma recuperação espetacular e vencer a corrida, mas se isso tem acontecido numa pista onde as ultrapassagens não são tão fáceis, ou num fim de semana em que a Mercedes não tinha vantagem, poderia significar um prejuízo tremendo nas contas do título. Mas os deuses das corridas estão a dar-nos uma das melhores épocas dos últimos e estes pormenores não têm decidido de forma vincada o campeonato, mas sim apimentado uma discussão já muito acalorada.












