Está prestes a começar o Rali de Monte Carlo, e como tem sido habitual as duas primeiras especiais ‘preparam-se’ para fazer ‘estragos’. Resta saber quais. Não há memória de dois troços, nos últimos três anos, desde que se iniciou esta era de novos WRC, de não se ter passado nada de especial em pelo menos um dos dois troços de abertura do Rali de Monte Carlo, que se realizam à noite.
É habitual um deles ser numa zona mais baixa e outros passar num (ou vários) ‘Col’, pelo que a existência de neve e gelo tornam a experiência complicada.
Em 2017, na PE1 Entrevaux-Val de Chalvagne-Ubraye, infelizmente Hayden Paddon teve um acidente que vitimou um espetador. Na PE2 Bayons-Breziers 1, com uma extensão de 25.49 km Stéphane Lefebvre (Citroën C3 WRC) saiu de estrada.
Em 2018, logo a abrir, Jari-Matti Latvala fez dois piões, e deixou o carro ir abaixo, Thierry Neuville ficou preso num banco de neve, Ott Tanak, saiu de estrada a 10 Km/h e teve que meter marcha atrás para regressar, Sébastien Ogier fez um pião, Craig Breen fez também fez o mesmo, Kris Meeke outro pião, Elfyn Evans um furo. Tanak cedeu logo 37.9s, Latvala, 48.9, Meeke 1:44.7, Evans, 3:48.0 e Neuville, 4:16.8. O ano passado, 2019, Kalle Rovanperä saiu de estrada, Teemu Suninen bateu no mesmo sítio, Kris Meeke, furou.
Numa contagem rápida, três anos, 12 incidentes significativos em seis troços. É caso para perguntar: O que vai acontecer este ano?








