WRC, Rali das Canárias/PEC11: Solberg pressiona Ogier, Evans perde ‘gás’…

Por a 25 Abril 2026 11:52

Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally1) ganhou 0.1s a Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) que sobreviveu à longa Moya–Gáldar 1 e saiu do último troço da manhã ainda na frente, mas por margem cada vez mais curta: Solberg voltou a morder-lhe os calcanhares e reduziu a diferença para 5,3 segundos, enquanto Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1) perdeu bastante terreno e deixou o sueco respirar na luta pelo segundo lugar, deixando-o 12.9s mais à frente. Num troço longo, sinuoso e traiçoeiro, a chuva apareceu tarde, baralhou as referências e deixou a sensação de que o rali mudou outra vez de pele.

Não houve mudanças de posições, os cinco Toyota continuam alinhados no top5, Adrien Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1) voltou a ser mais rápido que Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally1), que já está a 19.7s do seu colega de equipa.

Filme da especial

A história começou num cenário que parecia seco e relativamente controlado. Jon Armstrong (Ford Puma Rally1) abriu a estrada e completou sem sobressaltos, como quem apenas quer fechar a volta da manhã com o carro inteiro. Joshua Mcerlean (Ford Puma Rally1) seguiu-o, mas a humidade já começava a infiltrar-se no troço mais depressa do que se esperava. Depois entrou Thierry Neuville (Hyundai i20 N Rally1), ainda em luta aberta com um Hyundai que nunca lhe oferece exatamente o mesmo carro de curva para curva. Fourmaux, mais limpo e mais eficaz, bateu-o com clareza e deu à marca coreana um raro momento de alívio, enquanto Sordo surgia logo depois, incrédulo com os nove segundos perdidos para o colega e a admitir que, afinal, alguém na Hyundai tinha acordado.

Mais atrás, Takamoto Katsuta (Toyota GR Yaris Rally1) viveu uma daquelas cenas que um piloto quer esquecer mal desliga o intercomunicador: entrou na rotunda, não viu a saída e acabou a dar uma volta a mais, um erro quase cómico num troço onde tudo era sério. Ainda assim, marcou uma referência provisória. Pajari não conseguiu batê-lo e voltou a ceder terreno. Evans apareceu depois com um tempo forte, o melhor até então, sólido mas insuficiente para resistir ao que vinha a seguir.

Solberg entrou como quem sabe que o momento é agora. Voou, tocou numa barreira sem consequências e esmagou a marca de Evans por oito segundos. Só faltava Ogier. Quando o líder partiu, a chuva apertou no setor final e a estrada transformou-se numa armadilha reluzente. O francês perdeu o triunfo na especial por uma décima, mas salvou o essencial: manteve a liderança. Quando os carros regressaram à assistência, o retrato era claro – Solberg estava a crescer, Ogier ainda mandava, e o sábado permanecia aberto, tenso e longe de resolvido.

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