A questão das ordens de equipa é bem capaz de voltar à baila este ano e dificilmente isso sucederá na M-Sport/Ford, pelo menos que tenha a ver com pontos nos lugares da frente, ‘aqueles’ que importam mais.
Na Toyota não costuma haver, embora Jari-Matti Latvala tenha dito o ano passado que que nunca iria impor ordens de equipas a menos que fossem cruciais para a concretização de um objetivo. A equipa de Jyväskylä tem sido, reconhecidamente, contra a imposição de ordens de equipa, mesmo tendo tido, e volta a ter este ano, alguma rotação no terceiro e quarto carros.
Na Hyundai, já todos percebemos, com o que se passou no Rali da Suécia, como vão ser as coisas. O problema colocou-se o ano passado entre Ott Tanak e Thierry Neuville, houve chatices, e estas existiram quando a distância pontual era enormíssima para Kalle Rovanpera. Imagine-se agora.
Latvala deixa claro que “impor ordens da equipa é apenas para o fim do ano, quando se tem de garantir o campeonato”. Não na Hyundai. Thierry Neuville é claramente o piloto que, se isso for possível, vai ficar sempre à frente, pelo menos do piloto do terceiro carro, Dani Sordo ou Craig Breen. Mesmo que a estratégia por vezes corra mal, como foi o caso da Suécia. Seja como for, foi curiosa uma frase de Cyril Abiteboul na conferência de imprensa do Rali da Suécia: “Os Deuses de Velocidade decidiram doutra maneira…”










