Está a começar a tornar-se um hábito, Kalle Rovanpera não arrancar bem para o Rali de Monte Carlo. Com a exceção de 2021 em que era segundo a 3.3s de Ott Tanak, o piloto da Toyota tem tido maus arranques de campeonato e o ontem não foi exceção. Em 2022 terminou o dia, que teve apenas duas especiais a mais de um minuto da frente, em 2023, em segundo a 17 segundos do líder, mas o ano passado não fez o Monte Carlo, nem sequer qualquer prova de asfalto do WRC e isso pode estar a condicioná-lo neste arranque. Vamos ver como corre o seu dia hoje, mas para já é sexto a 43.9s da frente
É verdade que saindo em sétimo na estrada, enfrentou troços mais sujos, com lama e terra levantadas pelos carros à sua frente, mas isso já lhe sucedeu anteriormente com resultados bem distintos. Chegou ao fim do dia muito desapontado e nem sequer sabia bem o porquê de estar tão longe: “Não achei que os troços estivessem demasiado difíceis, mas os tempos foram uma porcaria. Já começa a ser hábito para mim no primeiro dia do Rali de Monte Carlo”. Talvez tenha a ver com o estilo de condução que os novos pneus Hankook de asfalto ‘pedem’, mas algo de anormal se está a passar com o jovem finlandês, que nos habituou a algo bem diferente. Resta saber se pode precisar de tempo para recuperar de um ano de 2024 a meio gás.
Jari-Matti Latvala, chefe da Toyota, diz que Rovanpera teve algumas dificuldades nas duas primeiras especiais, mas depois de passar esta noite de abertura e entrar na sexta-feira à luz do dia, tudo se torna mais fácil. “Tenho a certeza que ele vai estar bem amanhã”.












