Já se sabia da necessidade e ‘responsabilidade’ de educar no próximo ano os adeptos do WRC, e não só, sobre o que fazer em caso de acidente com os novos carros híbridos. É público que esta nova tecnologia suscitou algumas preocupações em matéria de segurança, e a FIA está ciente que tem de educar também todos os utentes das estradas, mais particularmente os adeptos.
A tecnologia híbrida não é novidade para o desporto automóvel, a Fórmula 1 utiliza a tecnologia desde 2014, e o WEC desde 2012. Como parte dos procedimentos de segurança de Alta Tensão, cada carro de Rally1 deve ter a bordo luvas HV classe-0, que o piloto e o navegador serão obrigados a usar em caso de um problema HV para assegurar um nível de proteção mais elevado.
Os Rally1 serão marcados com um sinal ‘HY’ em letras brancas sobre fundo vermelho nos painéis das portas dianteiras, substituindo o número do veículo para o tornar mais facilmente identificável pelos marshals e espectadores.
Foi feita ainda uma clarificação relativamente ao procedimento de carregamento para os carros híbridos plug-in Rally1, bem como para as zonas HEV (Hybrid Electric Vehicles), quando os carros de Rally1 irão utilizar a energia elétrica nas ligações, para não produzirem emissões. Também foram aprovados aditamentos ao apêndice 14, que visa delinear o procedimento de segurança HV a seguir no caso de uma luz vermelha ou incidente térmico da bateria.











