Na Citroën Racing, há a confiança de se ter construído um carro ‘ganhador’, embora isso seja uma coisa completamente impossível de determinar nesta altura, e nem sequer depois do Rali de Monte Carlo se terão, muito provavelmente, certezas, mas para Laurent Frégosi , Diretor Técnico da equipa, é forte a convicção que o trabalho foi bem feito: “Chegamos a Monte-Carlo com a sensação de estar bem preparados, fizemos um conjunto de bons testes de preparação do rali. Os pilotos estão confortáveis com os C3 WRC, o que nos faz sentir otimistas em relação à performance do carro. Preparámos o Monte-Carlo focando-nos em dois aspetos: testar uma grande variedade de compostos de pneus e procurar diferentes configurações para ver se o que fazemos normalmente dá o mesmo resultado neste carro. Investimos muito tempo a estudar o mapping do diferencial central ativo. Este novo componente permite-nos ajustar, com subtileza, a condução do carro dependendo das condições da estrada. O objetivo é dar ao piloto um carro ‘fácil’, que corrige de imediato qualquer mudança súbita na aderência. O primeiro rali também será um teste de fiabilidade ao carro. Neste tipo de superfície, a transmissão é colocada à prova durante as mudanças de aderência.»










