Kris Meeke acusou a Citroën de ter pressionado o Diretor de Prova para que este interrompesse a especial, mas no final do dia pediu desculpa pelo que disse, alegando que falou sem ter todos os dados que devia: “Queria clarificar algumas coisas que disse esta manhã sobre a Citroën e devo pedir desculpas relativamente ao que disse já que não tinha todos os detalhes sobre o que aconteceu…”
Recordando a questão:
Em declarações ao Autosport inglês, Meeke revelou desconfiar que a Citroën pressionou para haver bandeira vermelha: “O Lappi estava bem fora de estrada, não tive problema nenhum em passar. Chegámos à curva e o Janne (Ferm, co-piloto) avisou-nos. Nem sequer passámos perto. Penso que alguém lhes devia cair em cima”, referindo-se à Citroën, acrescentando ainda: “Abusam de um sistema que visa proteger a vida das pessoas”, disse.
Pierre Budar, líder da Citroën, negou com veemência essas alegações, alegando que a Citroën não sabia que Ogier vinha furado até que o tenha visto na TV, como toda a gente que vê o WRC All Live. Budar acrescentou que Lappi premiu o botão verde, que sinaliza aos organizadores que não há problemas com a equipa ou com o carro, botão esse que não implica paragem do troço, ao contrário do que aconteceria se tivesse carregado no vermelho e essa decisão foi tomada pelo Diretor de Prova. Quanto a Budar: “Não comento as declarações do Kris (Meeke), são um completo disparate!”
Também em declarações ao Autosport inglês, o Diretor de Prova, Patrick Suberville corroborou as palavras de Budar: “Ninguém falou connosco na Sala de Controlo do rali. A verdade é que o carro não estava muito fora de estrada, e convém não esquecer que há os WRC, mas depois também os restantes carros, e o carro estava na estrada depois de uma curva cega. Não dava para o ver. Peço desculpa, mas a segurança está primeiro!”










