Kris Meeke, quarto classificado no campeonato, admitiu que gosta do rali português, especialmente desde que se mudou para o norte:
“Sempre gostei do rali de Portugal, desde que se mudou para o norte. Ganhamos em 2016. Nos últimos dois anos tentamos mas não tinha carro para conseguir a vitória. ”
Para chegar ao sucesso, Meeke acredita que a posição de saída para a estrada no sábado será fundamental, pelo que o dia de sexta assume uma importância maior.
“Se tivermos um bom dia na sexta podemos tentar coisas boas. Neste rali é fundamental estar numa boa posição no sábado para tentar ter sucesso. Penso que o pó será um problema, apesar dos organizadores estarem a dar mais tempo de intervalo (quatro minutos), mas penso que mesmo assim não será suficiente, pois os pisos estão muito secos.
“ Já ouvi falar de Arganil do passado. Conheço a história e sei da importância que tem. É bom termos algo diferente. Novos troços trazem novos desafios. O perfil dos troços é muito interessante, tem um carácter diferente em relação aos restantes. As estradas de sexta deverão aguentar melhor as segundas passagens.”
Quanto ao seu futuro, Meeke não está preocupado por não ter ainda contrato para a próxima época.
“No ano passado estive nove meses sem contrato. Estou habituado a este tipo de situações. Continuo a fazer o meu trabalho e estou feliz com a equipa. Os resultados e a minha condução falarão mais alto e no final e definirão se tenho um contrato para o ano ou não por isso foco me apenas nisso.”











