A prestação de Gus Greensmith/Jonas Andersson com o Ford Puma Rally1 no Rali de Monte Carlo, foi a melhor prova que o carro nasceu bem. É evidente, que o facto de Sébastien Loeb/Isabelle Galmiche (Ford Puma Rally1) terem vencido a prova e Craig Breen/Paul Nagle (Ford Puma Rally1) terminado no pódio são igualmente fortes indicadores da qualidade do carro, mas tendo em conta a valia destes dois últimos pilotos, foi a prestação de Greensmith que mais surpreendeu.
Bastava a percepção que Gus Greensmith deixou, mas os números provam claramente a diferença, por exemplo do que ele fez o ano passado no Monte Carlo e o que fez este ano. Como se sabe a única coisa que mudou foi o carro e se o inglês não tivesse tido um furo e um pequeno problema no motor a margem a que ficaria da frente seria absolutamente surpreendente: “Estou muito feliz com o fim de semana, com um 1-3-5 para a equipa, num praticamente início perfeito da temporada. Nós tivemos o potencial para lutar por um lugar no pódio neste fim de semana, pelo que podemos usar isso como um grande incentivo para o resto do ano. Obviamente que o destaque para a minha carreira foi o melhor tempo que alcancei num dos troços da etapa inaugural; o carro é brutal e foi brilhante e dá-me muita confiança. Nunca tinha guiado até aqui um carro com este equilíbrio, e tão rápido e tão previsível.
Estou muito feliz por todos os rapazes e raparigas, por todo o trabalho árduo que fizeram. Temos este resultado, por isso vamos para a frente”, disse Gus Greensmith, que neste rali foi um piloto que ainda “não tínhamos visto”…













