Na antevisão do WRC 2022 já tínhamos referido precisamente o que ficou provado no Rali de Portugal: O facto da M-Sport ter colocado a ‘marinar’ a sua operação de 2021, trocando-o por uma dedicação quase exclusiva ao desenvolvimento do novo Ford Puma Rally1, com grande avanço face à Toyota e Hyundai, deu frutos em 2022, logo com o triunfo de Sébastien Loeb no Rali de Monte Carlo, mas também dissemos que era apenas em Craig Breen que recaia toda a esperança da M-Sport em 2022, ressalvando que Loeb iria fazer o Monte Carlo, desconhecendo-se se iria disputar mais provas.
Infelizmente para a M-Sport, não só Loeb teve em Portugal um ‘azar’ sem paralelo na sua carreira, como Craig Breen está longe até aqui, de poder ser o piloto que muitos esperavam para levar a equipa às vitórias.
O que Loeb fez em Portugal, no 1º dia, só um piloto como ele é capaz: 100 Km de testes em terra e ao cabo de 4 troços lidera o rali. Depois veio o acidente…
Pelo menos, e tal como Malcolm Wilson já disse, o Ford Puma Rally1 é carro para vencer provas em terra, tal como já mostrou no asfalto.
Sendo certo que Adrien Fourmaux, Gus Greensmith e Pierre Louis Loubet, não têm esse ónus, é Craig Breen que tem sobre os ombros a tarefa de levar o carro aos triunfos.
E não está a ser capaz…
A M-Sport é claramente a equipa com a estrutura mais pequena, bastou visitar a assistência do Rali de Portugal para o comprovar, são bem ‘mais pequenos’ mas construíram um grande carro. Não temos a menor dúvida. E Malcolm Wilson também não tem: “sabemos que o carro é capaz!” Agora falta o resto…












