A FIA continua confiante que mais fabricantes se irão juntar ao Mundial de Ralis, e está, juntamente com o Promotor do WRC, a trabalhar para isso.
O problema é que a atual conjuntura mundial, que se junta à indefinição da indústria automóvel, torna ainda muito mais difícil que construtores decidam participar a nível oficial numa das competições mais caras para o fazer, o WRC.
A FIA pretende três a cinco fabricantes em cada nível da pirâmide sendo esse um objetivo a longo prazo, numa questão que só poderá começar a ser melhor respondida quando os resultados das reuniões da FIA com as marcas/fabricantes relativamente ao caminho proposto para o WRC nos próximos anos, leia-se, quando existir uma clara definição do que quer a indústria automóvel e essa é uma direção que tarda em existir.
No entanto, se olharmos para os construtores representados em cada um dos níveis da Pirâmide dos Ralis, percebe-se que as coisas estão a evoluir, mas para já a única boa notícia é a vinda da Toyota para o segundo nível, os Rally2, em 2023, de longe a ‘parte’ da pirâmide que está mais confortável, a todos os níveis. Como se percebe, os Rally1 têm o mínimo, os Rally2, chegam e sobram, os Rally3 só há dois, nos Rally4, há quatro, e nos Rally5, para já só dois.
Rally1: Ford, Hyundai, Toyota
Rally2: Citroën, Ford, Hyundai, Skoda, Volkswagen e em 2023, Toyota
Rally3, Ford Fiesta Rally3, Renault Clio Rally3
Rally4: Ford Fiesta Rally4, Opel Corsa Rally4, Peugeot 208 Rally4, Renault Clio Rally4,
Rally5: Ford Fiesta Rally5, Renault Clio Rally5,
Rally5e: Opel Corsa Rally5e











