Esapekka Lappi não se dá nada mal com o Rali da Suécia. O finlandês surge duas vezes no pódio, em 2019 com a Citroën e no ano passado com a Toyota, pelo que vai depender muito da forma como se ligou ao carro em Monte Carlo e como o vai conseguir fazer na Suécia.
Embora saibamos que os ralis são como os melões, só quando se ‘abrem’ se sabe se são bons ou não, é possível que possamos ter pilotos da Toyota (Rovanpera e Evans), Hyundai (Neuville e Lappi) e Tanak (Ford) na luta pelo triunfo, sendo uma incógnita o que pode fazer Craig Breen que ainda não competiu esta época.
A ordem na estrada é fulcral, e saindo atrás de Kalle Rovanpera, Thierry Neuville, Elfyn Evans, Ott Tanak e Takamoto Katsuta, para Lappi tudo depende como estará a estrada. Se houver muita neve, vir mais atrás é melhor, e isso pode fazer toda a diferença no primeiro dia de prova: “O Rali da Suécia sempre me pareceu uma segunda ‘casa’ porque é muito semelhante em perfil e superfície das rápidas estradas finlandesas que eu conheço melhor. Acredito que este ano vamos ter condições de inverno adequadas, permitindo-nos divertir muito entre os grandes bancos de neve. A segunda passagem na Suécia é sempre especial devido às mudanças que exigem uma rápida adaptação na condução. Se conseguirmos juntar tudo, estaremos de novo no pódio como no ano passado”, disse.










