Elfyn Evans é de opinião que vai ser necessário mais alguns ralis para se perceber melhor a correlação de forças entre as três equipas. A Ford venceu, a Toyota não ficou atrás em termos de rapidez e a Hyundai tem bastante para recuperar.
Numa temporada de 2022 que nos trouxe a maior mudança regulamentar em 50 edições do WRC, o piloto da Toyota Gazoo Racing entende que serão necessários alguns eventos em diferentes superfícies antes que surja uma imagem clara do desempenho.
Um Monte-Carlo seco significou uma escolha de pneus bastante uniforme e ofereceu uma boa indicação mas os meandros da nova potência híbrida aliada à nova tecnologia de transmissão e suspensão leva a que Evans seja cauteloso: “Tradicionalmente Portugal é o evento que melhor define o desempenho”, começou por dizer Evans. “No passado foi sempre assim: Monte, Suécia, México e depois Portugal era o rali onde se ficava a saber onde se estava. Acho que com a Croácia, devemos ter uma boa ideia no asfalto, mas depois temos os pisos de terra. Vai ser no final da primeira metade do ano, suponho, onde teremos um verdadeiro indicador de onde todos estão. Não sabemos exatamente como vamos estar, porque muitas das provas que agora se realizam são muito específicas. É cedo e acho que não é justo colocar de lado ninguém nesta fase”, referindo-se à Hyundai, que começou atrás o WRC 2022.










