O Mundial de Ralis teve um aumento de 13.500 para 14.208 horas de transmissões na TV em 2018. As audiências globais, mantiveram-se acima dos 800 milhões, embora tenham caído de 848.860 milhões de telespectadores em 2017 face aos 823.790 milhões de 2018.
Se atendermos ao facto de em 2013, o número de horas nas TV ter sido de 5.900 horas, o crescimento das horas das transmissões na TV foi de 127%.
A emocionante luta a três vias entre Sébastien Ogier, Thierry Neuville e Ott Tänak ajudou a elevar o tempo de antena global para 14.208 horas, algo sem precedentes, nas 13 provas da última temporada, revelou a analista independente Nielsen Sports.
É a primeira vez que este número é superior a 14.000 horas, subindo das 13.500 horas em 2017. Este aumento confirma o crescimento consistente do.
Apesar do impacto adverso dos Jogos Olímpicos de Inverno, de fevereiro, e do Mundial de Futebol, que teve lugar em junho e julho de 2018, a audiência global de TV do WRC ultrapassou 800 milhões pelo segundo ano consecutivo. Os números da Nielsen mostram que 823,79 milhões de pessoas assistiram ao campeonato pela televisão, na última temporada, um aumento de 36% em relação a 2013, quando o Promotor do WRC assumiu a propriedade dos direitos comerciais da competição.
Os números foram anunciados no dia de abertura do Salão Internacional do Automóvel em Genebra, com o diretor administrativo do Promotor do WRC, Oliver Ciesla a destacar vários fatores responsáveis por esse crescimento: “Nas últimas temporadas, os adeptos do WRC desfrutaram de imprevisibilidade e entusiasmo da competição, o que gerou lutas fantásticas pelas vitórias e títulos, e esses números positivos de audiência refletem isso mesmo”, disse.
“Mudanças no formato da competição, incluindo alterações na ordem de partida e um formato de Power Stage atraente, com pontos de bónus extras disponíveis, ajudaram a aumentar o interesse dos adeptos para novos níveis: “A competição com esta nova geração de World Rally Cars tem estado mais equilibrada do que nunca. Cinco pilotos diferentes ganharam ralis na época passada e cada uma das quatro marcas venceu pelo menos uma vez”, disse Ciesla.
Os ralis de Monte-Carlo, Espanha e Austrália foram as provas
mais vistas de 2018, algo natural já que o Monte Carlo abre a competição e o
apetite dos adeptos está em alta depois de dois meses sem WRC. Espanha e
Austrália são duas provas marcadas não só pela decisão do título, mas também
com o triunfo de Sébastien Loeb em Espanha, um nome que ainda atrai muita
gente.
França, Polónia, Bélgica, Finlândia, Espanha, Finlândia e
Japão foram os seis principais mercados de TV. A Bélgica, apesar de ser um país
pequeno, tem Thierry Neuville na luta pelos lugares da frente e a Finlândia,
com metade da população de Portugal não liga nada… ao futebol.
A Turquia, que sediou uma prova do campeonato pela primeira vez desde 2010, saltou
imediatamente para o top 10. Também natural para um país que tem 80 milhões de
pessoas.
Oliver Ciesla também aponta para o impacto positivo da cobertura ao vivo, no aumento do tempo de transmissão: “Desde 2014, os programas ao vivo produzidos para a TV dobraram para 50 horas. No mesmo período, o número total de horas de programação oferecidas aos parceiros de transmissão do WRC aumentou em 38%, para 85 horas”, acrescentou.
Os números da Nielsen mostraram também benefícios maiores para os construtores de automóveis envolvidos na WRC. Pela primeira vez, cada um deles desfrutou de um valor de média de mais de 100 milhões de euros. O valor médio de retorno para as equipas do WRC aumentou 70% em cinco anos.
A Nielsen relatou também fortes subidas na media digital e social. Houve mais de 105 milhões de visualizações de vídeos nas plataformas oficiais do WRC e mais de 1.3 biliões de impressões online em 2018. O número de seguidores nas plataformas digitais do WRC superou os 10 milhões de pessoas.










