Todas as quatro equipas levaram novidades técnicas nos seus carros para a Finlândia, sendo que a mais visível é a da Ford, com um ‘pacote’ aerodinâmico completamente novo, resultado de quatro meses de pesquisa e desenvolvimento nos Estados Unidos.
No âmbito do reforço do apoio da Ford Performance à M-Sport, o Diretor técnico da M-Sport, Chris Williams levou o Ford Fiesta WRC à base da Ford Performance, a Charlotte, na Carolina do Norte depois do Rali do México, onde foi exposto a testes aerodinâmicos no túnel de vento da marca (que tem um tapete rolante), com Chris Williams a validar muito do trabalho que já tinha feito no CFD (Computational Fluid Dynamics).
Foi a primeira vez que o carro esteve exposto a este tipo de trabalho e o que se testou na altura vê-se agora na Finlândia.
Para já apenas para Ogier, o novo Ford Fiesta WRC tem uma nova asa traseira e novos para choques traseiro e difusor, que visam aumentar o apoio aerodinâmico. Ogier testou dois dias na Finlândia, Evans e Suninen, um dia cada um.
O francês recebeu ainda amortecedores novos, da Sachs, ao invés da Reiger, mas só no seu carro, já que os seus colegas de equipa mantêm os Reiger. São os mesmos que utilizava na Volkswagen e pelos vistos têm características melhores do que os Reiger, que se vão manter nos ralis de asfalto nos três carros da M-Sport.
Na Citroën, nova geometria de suspensão, que visa dar melhor estabilidade ao chassis.
A Hyundai tem uma nova válvula de ativação no diferencial central e na Toyota, quiçá a alteração mais significativa, uma evolução no motor, que já esteve programada para a Sardenha. Foi utilizado um joker, e todos os carros receberam a evolução, que para além de mais alguma potência, permite essencialmente mais maneabilidade à utilização do binário do motor.
Martin Holmes









