Adrien Fourmaux e Alexandre Coria concluíram o Rali de Monte-Carlo na quarta posição, tornando-se na dupla mais bem classificada da Hyundai Motorsport, naquela que foi a prova inaugural do Campeonato do Mundo de Ralis. O resultado foi alcançado após um início difícil e uma recuperação sustentada ao longo das quatro etapas do fim de semana.
Recuperação após um início complicado
A prova de Fourmaux e Coria no Hyundai i20 N Rally1 começou de forma desafiante. Na última especial de quinta-feira, a dupla francesa saiu de estrada devido à fraca visibilidade, terminando o dia fora dos lugares da frente. Na sexta-feira, com neve e gelo a marcarem as classificativas, os franceses responderam de forma exemplar, alcançando dois tempos entre os três melhores. Apesar de um problema elétrico no travão de mão durante a tarde, o desempenho consistente permitiu-lhes subir ao quarto posto da geral.
Vitórias em especiais e consistência até ao final
O dia de sábado trouxe nova demonstração de ritmo e controlo nas difíceis condições dos troços. Um pequeno contratempo na SS12 não impediu a dupla de vencer a Super Especial de Monte-Carlo (SS13), reforçando a confiança para a fase final da prova. No domingo, a dupla francesa voltou a destacar-se ao conquistar mais uma vitória em classificativas (SS16) e garantiu o quarto lugar absoluto, somando 17 pontos para o campeonato.
Objetivo atingido e ambição para as próximas provas
No final, Fourmaux expressou satisfação com o desempenho, sublinhando a importância do resultado para a Hyundai: “Considerando os problemas elétricos que tivemos na sexta-feira, estou satisfeito por terminar em quarto. Só lamento os oito décimos que me separaram do Sébastien (Ogier). Ganhámos dois troços e saímos daqui com 17 pontos, apenas menos um do que o Ogier, o que é bastante positivo”, afirmou o piloto francês.
Fourmaux reconheceu ainda que há margem de progressão em asfalto, mas mantém confiança na evolução da equipa. “Precisamos de trabalhar o desempenho em asfalto, mas sinto que estamos no bom caminho. Mostrámos no Japão que demos um passo em frente e acredito que continuaremos a melhorar também noutras superfícies”, concluiu.










