A FIA está a preparar-se para abrir a possibilidade das marcas no WRC poderem optar pelas motorizações que quiserem, combustão, elétricos ou híbridos. A ideia é, tal como vai existir no Rali Dakar, ter a possibilidade de haver vários conceitos a correr todos juntos, ao invés de manter um único caminho.
Dessa forma, o Mundial de Ralis pode passar a ser disputado por carros totalmente distintos em termos do que é a sua motorização, sendo a forma para equilibrar os andamentos um medidor de binário que a FIA também vai estrear no Dakar, que visa equilibrar os andamentos dos eventuais tipos de motores.
Pode dar-se o caso das equipas existentes optarem todas pelo mesmo sistema.
O chassis é quase certo, o mesmo que é usado agora, eventualmente renovado, e servirá para o WRC e também para o Mundial de Rallycross.
Outro ponto importante para a FIA é a redução de custos, impondo o mesmo estilo de abordagem que já existe para os Rally2: limite de custos para componentes específicos.
O objetivo da FIA é reduzir o custo total do carro para cerca de 400.000 euros, ou seja, menos de metade dos atuais Rally1. As novas regras, detalhadas, serão anunciadas em dezembro, após o Conselho Mundial da FIA.
Por outro lado, parece poder confirmar-se a possibilidade de expandir a construção de chassis a preparadores privados e não somente aos Construtores.
Terá sido isto com que as equipas foram confrontadas no Rali do Japão, num documento que é para já um rascunho, ou seja, as discussões continuam e pode haver modificações, mas nunca de fundo, portanto a base do que a FIA pretende é muito simples:
1 – Motores a combustão, elétricos ou híbridos.
2 – Medidor de binário para o BoP ou EoT, equilibrar o desempenho entre diferentes tipos de motores.
3 – Atual chassis tubular, adaptável para WRC e WRX
4 – Limite de custo para componentes específicos.
5 – Reduzir valor do carro para 400.000€.










