Grégoire Munster teve boas prestações em 2023 nos Rally1, soube encarar bem o desafio que tinha pela frente, e não cometeu excessos tentando dar passos maiores do que a perna. Confirmado na equipa por razões semelhantes da Fourmaux, sem que a equipa tenha meios para ir buscar pilotos mais experientes, aproveita bem o facto da M-Sport voltar ao que já fez muitas vezes, ajudar jovens pilotos a desenvolver-se.
Ott Tanak estava na M-Sport em 2012, Mads Ostberg em 2013, Elfyn Evans em 2014, Eric Camilli em 2016, Teemu Suninen em 2018, Gus Greensmith em 2019, Esapekka Lappi em 2020, Pierre Louis Loubet em 2022, ou seja, uns conseguem outros nem tanto e é esse o desafio de Munster, ganhar confiança, crescer e depois começar a mostrar cada vez mais e melhor ‘serviço’. O que não é fazer o que fez Fourmaux em 2022: “Estamos totalmente motivados para começar bem a época e estamos ansiosos por começar a trabalhar. Queremos começar bem a época e tentar terminar o rali sem cometer erros. Se começarmos o ano com uma nota positiva, podemos manter a dinâmica e aumentar o ritmo ao longo da época.
Durante os testes de pré-época tivemos dois bons dias, um na neve e outro no asfalto. Na neve correu muito bem e, embora não tenhamos a certeza se vamos ter essas condições no rali, se isso acontecer, estamos totalmente preparados. Nos testes em asfalto, conseguimos uma boa quilometragem e experimentamos algumas configurações e combinações de pneus diferentes”, disse Grégoire Munster.










