A grande novidade desta temporada do WRC 2 – os ‘profissionais’ dos R5 – é que a equipa campeã dos últimos anos, a Skoda Motorsport, não marca presença na competição, depois dos seus responsáveis terem optado por suportar melhor os seus mais de 300 clientes. Não há Skoda, mas há Hyundai (numa parceria entre Markko Martin e Ott Tanak), que pela primeira vez irá ter equipas oficial no WRC 2. A Citroën Racing saiu dos ralis a nível oficial, mas deixa ‘herança’ já que a PH Sport vai recolocar o Citroën C3 R5 na estrada. Por fim, a M-Sport, que sempre apoiou pilotos. Em Monte Carlo o WRC 2 arranca com dois Ford, dois Hyundai e um Citroën.
Mads Østberg, que terminou em segundo no WRC 2 Pro o ano passado, atrás de Kalle Rovanperä está de regresso, agora com um carro gerido pela PH Sport, equipa que tem o apoio da Citroën Racing. Vai fazer oito provas, começando já em Monte-Carlo, num programa que também inclui a Suécia, Portugal, Itália, Finlândia, Alemanha, Grã-Bretanha e Japão: “É ótimo continuar. Trabalhámos muito no desenvolvimento do carro no ano passado, nomeadamente no que diz respeito aos travões, suspensão e desempenho do motor e isso pode dar-nos alguma vantagem em 2020”.
A Hyundai Motorsport confirmou uma equipa de dois carros para Ole Christian Veiby e Nikolay Gryazin. Tanto o norueguês como o russo vão competir em pelo menos oito provas nos mais evoluídos i20 R5, começando já em Monte-Carlo. A RedGrey Team, sediada na Estónia, dirigida pelo ex piloto da Subaru, Ford e Peugeot no WRC, Markko Märtin, vai dirigir a operação. Adrien Fourmaux e Rhys Yates juntam-se à M-Sport/Ford no WRC 2. O francês chega esta temporada ao WRC 2 depois de ganhar a competição para descoberta de talentos, o Rallye Jeunes (França) em 2016. Já Yates, vai disputar oito provas. Ambos começam já em Monte-Carlo.










