Thierry Neuville e Nicolas Gilsoul despistaram-se violentamente na PE8, num acidente assustador. Felizmente, nada de grave a dupla sofreu, só umas nódoas negras, sendo que o piloto teve também um pequeno corte na perna esquerda. Tudo se passou quando Neuville deixou escorregar um pouco mais a traseira do Hyundai numa zona muito rápida, tocou na berma e nunca mais ‘agarrou’ o carro, capotando seis vezes.
Na altura, o belga disse que: “era quase a nota curva mais rápida do troço. O carro saiu um pouco mais do que o esperado e os impactos foram bastante fortes. Acho que talvez tenha sido o meu maior acidente. Acho que fui demasiado otimista nas notas”. Passaram quatro anos e Neuville seguiu em frente: “Já me esqueci disso”. “O Rali do Chile só foi disputado uma vez e desta vez vai haver muitas especiais novas, pelo que a nossa experiência anterior não ajuda muito a nossa preparação. Por este motivo, os reconhecimentos serão muito importantes.
“A última vez no Chile foi bastante difícil para mim, mas este ano voltamos com o objetivo de fazer um bom rali e terminar o fim de semana no pódio. Para que isso aconteça, vamos precisar de consistência, de uma óptima sensação no carro e de uma afinação que funcione bem nas estradas. Se conseguirmos alinhar todas estas coisas, seremos rápidos.”
A Hyundai já não vence desde a Sardenha, por vezes tem andado perto, mas não voltou a suceder. Será desta?











