Com a decisão do Rali nas mãos de Ogier e Neuville, foi Ott Tanak que ficou ‘livre’ para lutar pelos cinco pontos da PowerStage, e venceu na frente de Thierry Neuville, Elfyn Evans, Esapekka Lappi e Sébastien Ogier, que arriscou o mínimo possível, garantindo, ainda assim um ponto suplementar.
Não há melhor PowerStage no Mundial de Ralis e foi ao rubro e com grande espectáculo que terminou o Vodafone Rally de Portugal. Perante milhares de adeptos que pernoitaram nas encostas da classificativa de Fafe, a Power Stage foi discutida ao segundo e Ott Tanak (Ford) foi o senhor da prova especial. O estónio bateu a concorrência e somou cinco pontos.
Na segunda posição, a 0,4 segundos de Tanak, ficou Thierry Neuville (Hyundai). O belga não conseguiu dar continuidade à senda de triunfos consecutivos, mas garantiu quatro pontos extra para além dos 18 relativos ao segundo posto da geral.
Elfyn Evans, que fez um dos saltos mais impressionantes, voltou a mostrar rapidez e deu espectáculo em Fafe 2. O piloto galês obteve a terceira marca, a 1,5 segundos de Tanak, e garantiu três pontos, enquanto Esapekka Lappi estreou-se em grande no WRC. Recorde-se que foi a primeira vez que Lappi competiu com a formação oficial da Toyota e ao ponto equivalente do décimo posto da geral, somou mais dois da Power Stage.











