Os ralis por vezes podem parecer injustos, mas são assim mesmo. Aliás, todo o desporto é assim mesmo, a diferença entre vencer e perder é por vezes mínima e isso também faz parte da beleza dos ralis, é isso que cria depois as histórias, ainda bem que nada é demasiado previsível. Bastava que o buraco em que caiu ontem Ogier fosse um pouco mais fundo, como por exemplo o de Stéphane Lefebvre no dia anterior, ou que o francês tivesse saído num local onde não houvesse espectadores. Kris Meeke apanhou gelo e saiu largo, em frente tinha um imenso campo cheio de neve, podia ser apenas uma saída em frente e depois regressar, mas não, havia uma pedra encrustada no chão, que danificou o C3. Neuville deixou escorregar um pouco demais o carro e bateu com a roda traseira direita. E assim se decidiu (praticamente) um rali…











Ou é do c…oiso ou é das calças, mas a verdade é que o Neuville raramente consegue as classificações que devia.
Pista seca ainda.
Azar, mas parabéns ao Thierry por tudo o que fez até aqui e pelo o impressionante trabalho que teve para levar o i20 ao final da etapa para amanhã poder estar a lutar pela power stage, o mais fácil era abandonar ali o rally!
Parabéns ao elfyn pelo o excelente dia de hoje!
Este ‘azar’ chama-se erro. Passaram por esse muro 54 carros sem lá bater.