A GNR vai ter, ao longo dos próximos quatros dias, entre quinta-feira e domingo, no terreno um efetivo composto por cerca de 2.800 operacionais, para uma média diária de 700 militares, envolvendo 782 veículos de seis comandos territoriais. Este é um apoio fundamental à prova: “A GNR vai procurar atuar de forma preventiva, estando preparada para garantir a segurança dos espetadores e dos pilotos, mas também para assegurar a fluidez de trânsito nas várias classificativas do rali”, garante o tenente-coronel João Fonseca: “Convém não esquecer que este é o maior evento desportivo em Portugal, sendo expectável uma presença massiva de portugueses, mas também de muitos estrangeiros. Dada a concentração de público nas zonas onde o espetáculo irá decorrer, teremos de estabelecer perímetros de trânsito condicionado, não só nos locais, mas também nas regiões circundantes”, acrescentou.
Por sua vez, o major Francisco Martins, oficial de relações públicas do Comando Territorial do Porto, pediu que se sigam os exemplos dos anos anteriores, deixando alguns conselhos a todos os que pretendem deslocar-se às classificativas: “Nos anos anteriores, sempre demos o exemplo, com um comportamento que honrou todos os portugueses. Este ano não será diferente. No entanto, não convém facilitar e recordamos que zonas que não estejam delimitadas são zonas proibidas. É importante que as pessoas se dirijam às zonas pretendidas com a devida antecedência. Os militares da Guarda estão lá para informar e ajudar e pedimos que respeitem as instruções que estes possam dar”.
Face às temperaturas elevadas que são esperadas para os dias da prova, é também importante recordar que “qualquer descuido pode provocar um incêndio de consequências imprevisíveis, até para o desenrolar da prova. Cuidem, também, do ambiente e deixem o lixo nos locais devidos”, apelou.












