Quando perguntaram a Elfyn Evans o que sentia pelo facto de estar na liderança do Mundial de Ralis o galês foi muito evasivo e havia uma razão muito forte para isso suceder. É que as equipas sabem, já foram avisadas pelo promotor, que as provas agendadas até ao fim do ano pode sofrer alterações, significando isso que as duas provas restantes no calendário, Sardenha e Ypres podem não ser as únicas, ou até mesmo, nem ser.
O facto da pandemia estar novamente a alastrar por toda a Europa pode condicionar tudo novamente e neste momento até o Rali de Ypres está em equação.
A FIA e o promotor do WRC anunciaram no final de agosto um calendário de, pelo menos, sete provas, com a Bélgica a encerrar a época por troca com o Rali do Japão que foi cancelado, em Marmaris, os rumores diziam que o Monza Rally Show é uma hipótese que está em cima da mesa, mas não só, falando-se também das Canárias. É quase certo que haverá uma oitava prova, resta saber qual é. Por isso, Evans preferiu não se manifestar muito, pois nesse contexto ninguém sabe quanto são os pontos ainda em jogo. 30, 60 ou 90. Vamos ver o que acontece. Num ano como este, já nada nos surpreende. Como este está a ser um Mundial de Ralis estranho, publicamos uma foto estranha, também. Uma espécie de ‘downunder’…










Quantas mais provas melhor.
Esperamos é que não sejam canceladas as já agendadas e com isso este ano nem conta como campeonato.
O WRC está com muitas mais dificuldades do que outras modalidades (F1, MotoGP, etc) em conseguir montar um calendário.
Percebo que pelo facto de ser em estradas tem uma logística mais complicada do que circuitos, mas outras modalidades como ERC, e campeonatos nacionais de rally em diversos países têm conseguido.