Numa altura em que o seu filho, Oliver Solberg foi contratado pela Toyota, esta não é a primeira vez em que o nome Solberg se vê envolvido numa contratação ‘bombástica’. Em 1998, no final da temporada, altura em que Malcolm Wilson decidiu apostar num jovem praticamente desconhecido, norueguês e sem grande experiência nos ralis
para completar o “line up” da sua equipa, ao lado de Colin McRae.
Mas se a contratação já foi “estranha” o suficiente, o que dizer da forma como tudo aconteceu? Palavra ao protagonista: “Pois é… Ainda me lembro bem desse dia. Estávamos em 1998, no Rali da Grã-Bretanha, última prova
do ano… e o meu segundo rali no Campeonato do Mundo! Nessa altura, competia com um Toyota Celica GT Four
no campeonato do meu país, que ganhei à frente do meu irmão. Também em 1998, fiz o meu primeiro rali do
‘Mundial’, na Suécia, e de seguida o meu primeiro fora da Escandinávia, no Líbano, onde terminei em segundo. Eu e o meu irmão ainda voltamos à Suécia, para o Rali Midnight Sun… que terminamos em primeiro e segundo em ‘casa’
dos suecos! Ou seja, as coisas estavam a correr bem e não contava um único abandono”, começou por lembrar. “Até
que chegamos ao Rali da Grã-Bretanha, no qual Malcolm Wilson e Gunther Steiner (esse mesmo, o qwue foi Chefe de Equipa da Haas na F1) se deslocaram de propósito ao final de uma classificativa para falarem comigo. O problema
é que uma árvore ‘atravessou-se’ a meio do troço e lá fiquei ‘plantado’… sem que Wilson me tenha visto a andar! Sabia que a Ford estava interessada em mim, estava nervoso e quando sai do carro ouvi um estalido no pé. Tinha acabado de o partir! Mesmo assim, fui contratado e fui apresentado oficialmente… de canadianas e tudo…”, recorda. Como pormenor, fica o facto de Solberg, já na altura consciente da importância da mediatização da carreira, ter enviado a todas as equipas oficiais, um vídeo promocional. Não foi nada má ideia, pois não?!












