Vieira do Minho 1, PE9 do Rali de Portugal, Kalle Rovanpera dobra num só troço a vantagem que trazia do dia anterior: “como consegui 12.8s de avanço? Acordei e achei que era um bom dia para fazer ralis…”.
Foi assim desta maneira simples que Kalle Rovanpera explicou no sábado de manhã como pulverizou por completo a concorrência no troço de abertura de sábado, Vieira do Minho: “como consegui 12.8s de avanço? Não sei, acordei e achei que era um bom dia para fazer ralis…”. Assim, simples. Tinha terminado a 6ª feira com 10.8s de avanço para Daniel Sordo/Candido Carrera (Hyundai i20 N Rally1) e no sábado em apenas um troço dobrou a diferença para o espanhol e para a concorrência: “Senti que ia fazer um bom tempo, mas não sabia quanto é que os outros iriam fazer. É sempre impossível saber onde acabamos. Senti que estava a tirar o máximo partido do desempenho e da aderência do nosso carro nesse troço. Como toda a gente disse, estava muito escorregadio de manhã e a aderência estava a mudar muito. Não foi realmente fácil. Esforcei-me bastante”, explicou depois.
Para Dani Sordo e Esapekka Lappi, a visão era outra: “Sentimo-nos como se estivéssemos a conduzir um R5 numa categoria diferente. Sabemos que ele conduz muito bem e tem um grande talento. Já o fez no ano passado. Sabemos que ele pode sempre ir um bocadinho mais longe e ele faz ‘ciao bang’”, disse Dani Sordo.
“Quando terminei o troço, a sensação era, como disse na entrevista, horrível, sem aderência e o tempo estava bastante bom nesse momento – e depois ele chegou e eu disse ao meu co-piloto que a sensação era horrível e essa era a verdade. Conseguimos ver que a diferença era enorme. Mas é sempre este tipo de coisas que acontece. Um segundo por quilómetro mostra como ele é bom e nós não conseguimos fazer o mesmo.












