Cada vez mais o WRC2 ganha mais ‘força’ e este ano ainda mais já que vários pilotos que correram em 2022 com os Rally1, desceram um degrau e vão agora competir no WRC2, no caso, Adrien Fourmaux, Gus Greensmith e Oliver Solberg.
Isto para não falar de Stéphane Lefebvre ou Hayden Paddon. Falta ainda saber se Andreas Mikkelsen consegue um programa para 2023.
Emil Lindholm, atual campeão, arranca a sua campanha com o Rali da Suécia pelo que como se percebe a 11ª temporada do WRC2, pode oferecer-nos a melhor segunda divisão de sempre dos ralis.
Sem dúvida que o WRC2 este ano vai ter mais atenção. Óbvio que o facto de vários pilotos dos Rally1 estarem agora no WRC2 ajuda, mas não só. A qualidade do plantel aumenta a olhos vistos e como se percebe, tem cada vez mais qualidade.
E não é nada mal pensado que o Promotor ‘puxe’ um bom bocado pelo WRC2, em termos de transmissões e destaque, face ao que tem feito, porque pode e deve aproveitar esse balanço.
O calendário é exatamente o mesmo que o do WRC, mas há algumas alterações nas regras das pontuações. A atribuição de pontos aos pilotos e/ou navegadores carece de nomeação de prova antecipadamente, nas equipas contam 5 dos 6 ralis na Europa mais os pontos obtidos num 7º rali de ‘bónus’ fora da Europa em que tenham participado para pontuar.
Nos pilotos, contam 6 de 7 ralis nomeados para marcar pontos.
Já a Taça WRC Masters será atribuída ao piloto e navegador que tiver mais pontos em 5 das 6 ralis mais os pontos marcados num sétimo ralis fora da Europa em que esteja inscrito para pontuar. Os títulos de Campeão do WRC3 para Pilotos e Navegadores serão atribuídos aos que tiverem marcado o maior número de pontos em 4 dos 5 ralis em que participaram para marcar pontos.
Nos restantes ralis, não poderão pontuar nem ‘tirar’ pontos aos outros pilotos registados para pontuar.
Quanto às mexidas nas equipas, a M-Sport (Ford) terá como pilotos Grégoire Munster e Adrien Fourmaux, a campeã Toksport (Skoda) foi buscar Sami Pajari, que terá um programa completo, Oliver Solberg também se juntou à equipa depois de sair da Hyundai, Erik Cais está programado para competir em Monte-Carlo, Croácia, Portugal, Itália, Finlândia, Grécia e Europa Central num dos novos Skoda Fabia RS Rally2. Gus Greensmith também corre de Skoda, depois de oito anos com a M-Sport.
Na Citroën, os pilotos são Yohan Rossel, Stéphane Lefebvre e Alejandro Cachón, este último com a Sports&You. Os restantes são inscritos pela PH Sport e DG Sport Compétition, respetivamente.
Mas há mais. Por exemplo, vindo do ERC, Norbert Herczig passa para o WRC2 e tem previsto realizar os ralis da Croácia, Portugal, Itália, Grécia e Europa Central.
Hayden Paddon também regressa ao WRC, depois de fazer algumas provas em 2022, e tem agora uma temporada completa no WRC2. De resto, os campeonatos júnior, WRC2 Júnior, foi renomeado como WRC2 Challenger.
Do WRC3 sabe-se ainda muito pouco, disputa-se, como se sabe, com os Rally3, para já apenas com os Ford Fiesta Rally3. O calendário é igual ao WRC e WRC2, com as mesmas nuances do WRC2, neste caso pontuam em quatro dos 5 ralis escolhidos para pontuar.
Já o Junior WRC só terá cinco provas, na Suécia, Croácia, Itália, Estónia e Grécia.
Todos os restantes ralis contam para as três competições.










