Foi um dos mais reputados fotógrafos do Mundial de Ralis e colaborador do AutoSport durante muitos anos. Morreu ontem, aos 72 anos. Bishop seguiu a cena internacional dos ralis durante quase 40 anos, desde o final dos anos 60, retirando-se depois da atividade. Foi pioneiro no trabalho de freelance nos ralis, quando o trabalho dos media especializados estava ainda na infância, antes mesmo da fundação do Mundial de Ralis. Colaborou com dezenas de títulos pelo mundo inteiro, das quais se destacou o Autosport inglês, que lhe confiou a cobertura dos maiores eventos de estrada. Hugh Bishop era um especialista dos velhos tempos e celebrizou-se a fazer fotos a preto e branco e a cores ao mesmo tempo, usando um braço em que montava as duas máquina fotográficas. Numa delas abria o plano e conseguia fotos com magníficas paisagens, na outra, captava toda a essência e espetáculo dos ralis com ‘bonecos cheios’. Foi também pioneiro no reconhecimento antecipado dos melhores locais para fotografar. Como homenagem, assim que possível, o AutoSport vai fazer uma galeria com algumas das suas imagens.
Martin Holmes













Tive o privilégio de com ele trocar algumas breves palavras em alguns ralis de Portugal em finais da década de ’70 e inícios de ’80. O “braço” a que o artigo de refere foi, pelo menos em alguns ralis de Portugal onde o vi a fotografar, um pedaço de cantoneira – tipo Handy – onde ficava as duas câmeras fotográficas, método igualmenteque adoptado por outro grande do e jornalista ainda no activo de seu nome Martin Holmes com quem também já tive o prazer conversar e, inclusivamente, jantar. Tenho várias fotos onde o agora desaparecido Hugh Bishop, aparece no desempenho… Ler mais »