Segundo Jarmo Mahonen, diretor para os ralis da FIA, esta pretende quer que os construtores presentes no Mundial de Ralis tenham compromissos a longo prazo. O dirigente não pretende que existam mais casos como o da Volkswagen, e como tal é preciso maiores garantias dos construtores e um compromisso conjunto para que “se possa construir algo melhor; isto só é possível se soubermos que as equipas vão continuar no ano seguinte”.
Mahonen lamentou a saída da equipa alemã mas diz que “É mais reconfortante saber que a saída da Volkswagen se deveu a fatores externos aos ralis, ao contrário da Subaru em 2008, que saiu pela falta de valor do campeonato, mas hoje tudo está diferente”, disse. Recorde-se que neste momento estão presentes quatro construtores no WRC este ano, Hyundai, M-Sport (Ford), Citröen – de regresso depois da ausência em 2016 – e Toyota – que voltou este ano depois de ter saído em 1999. Daí para cá o WRC teve anos de grande pujança, chegando a ter sete equipas oficiais entre 2000 e 2002, depois, pelo contrário, foi perdendo gás, chegando a ter apenas dois Construtores em 2009. Atualmente tem quatro, mas a saída da VW teve a ver com questões que não têm a ver com a ‘pujança’ do WRC.
Eis a lista
2016: Volkswagen; Hyundai, M-Sport (Ford)
2015: Volkswagen; Hyundai, M-Sport (Ford), Citroën
2014: Volkswagen; Hyundai, M-Sport (Ford), Citroën
2013: Volkswagen; M-Sport (Ford), Citroën
2012: Ford, Citroën, MINI
2011: Ford, Citroën, MINI
2010: Ford, Citroën, MINI
2009: Ford, Citroën
2008: Ford, Citroën, Subaru, Suzuki
2007: Ford, Citroën, Subaru, Suzuki
2006: Ford, Citroën (Kronos), Subaru
2005: Ford, Citroën Subaru, Peugeot, Skoda
2004: Ford, Citroën Subaru, Peugeot, Skoda, Mitsubishi
2003: Ford, Citroën Subaru, Peugeot, Skoda, Hyundai
2002: Ford, Citroën Subaru, Peugeot, Skoda, Hyundai, Mitsubishi
2001: Ford, Citroën Subaru, Peugeot, Skoda, Hyundai, Mitsubishi
2000: Ford, Subaru, Peugeot, Skoda, Hyundai, Mitsubishi, SEAT
Rodrigo Fernandes










