Desde que e maio, por alturas do Rali de Portugal se começou verdadeiramente a falar do que era preciso para o WRC se desenvolver, tendo sido também esse o momento que os responsáveis das equipas, pilotos e mesmo o Promotor e a FIA começaram a falar do futuro a esse nível, que se têm ouvido vários pilotos, uns mais comedidos que outros nas suas apreciações, mas todos eles com algo significativo para dizer.
Mais recentemente foi a vez de Dani Sordo, que na Grécia, ‘partiu a loiça toda’. Em declarações à imprensa finlandesa, Sordo diz que o WRC tem muita coisa para melhorar: “muita coisa precisa mudar, pois se continuarmos da mesma forma, teremos sorte se houver pelo menos dois fabricantes” começou por dizer Sordo, colocando ênfase no facto de haver poucos lugares nos carros de topo: “Quando comecei nos ralis, (Manfred) Stohl conseguia fazer ralis com um carro privado, o ‘Gigi’ Galli conseguia lutar pelas vitórias, por exemplo, na Sardenha com um carro da Pirelli. Na Finlândia, por outro lado, sempre houve pilotos finlandeses nas lutas, Henning Solberg pilotou com uma equipa privada. Hoje isso é quase impossível”, disse.
Sordo falou também num aspeto que muitos pilotos e elementos das equipas referem: “chegamos à assistência às 5h30 da manhã para sair às 6h25. Porquê? Os ralis são pensados por pessoas que nada sabem sobre as provas” e neste momento o assessor de imprensa da equipa, tê-lo-á travado: “essa é uma afirmação bastante ousada”, ao que Sordo retorquiu: “Mas é verdade!”
Para o espanhol deve-se olhar mais para o público, e arranjar formas de fazer muito melhor com os espectadores. E também com os convidados dos patrocinadores, com Sordo a acrescentar que o WRC deve olhar para o que faz o MotoGP.”
![WRC, Rali da Acrópole, Dani Sordo: “TT? Pode ser, eu sigo o [Sébastien] Loeb!”](https://images.autosport.pt/2022/09/sordo-wrc-greece-20220907-139.jpg)









