Já era esperado ser Kris Meeke (Hyundai i20 N Rally2), do Team Hyundai Portugal, a rodar mais forte e foi exatamente isso que aconteceu na manhã do rali, com o piloto britânico a imprimir um ritmo muito forte, somando um minuto de diferença face aos seus colegas portugueses do CPR, mas a rotura da suspensão no início da segunda passagem pelos troços de Lousã, Góis e Arganil deixou-o fora de “combate”. Até aí era Miguel Correia a destacar-se ligeiramente de Armindo Araújo, mas um furo em Arganil 2 fê-lo perder 35 segundos e aquele último subia, então, à liderança: “Tive azar com o furo, é verdade, mas são situações que fazem parte dos ralis. De qualquer modo, andei a um excelente ritmo, somei mais três pontos extra na Power Stage e chego ao final da etapa com 20 pontos de vantagem na frente do campeonato. Portanto, saio daqui satisfeito e bastante moralizado para as restantes provas da época”, referia, radiante, o piloto de Braga.










