Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) vence a especial de abertura de sábado e reduz Diferença para Thierry Neuville (Hyundai i20 N Rally1) num troço pautado pela intensa gestão de pneus.
O segundo dia do Rali da Acrópole arrancou com Sébastien Ogier ao ataque, vencendo a oitava especial em Ghymno com o tempo de 13m47,8s. O francês bateu o líder da prova, Thierry Neuville, por 1,5 segundos, reduzindo a desvantagem na classificação geral para 8,2 segundos, num troço onde Adrien Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1) segurou o terceiro posto.
A manhã ficou ainda marcada pela subida de Takamoto Katsuta (Toyota GR Yaris Rally1) ao quinto lugar por troca com Mārtiņš Sesks (Ford Puma Rally1), enquanto Andreas Mikkelsen (Škoda Fabia RS Rally2) cimentou o comando no WRC2.
A ação na pista começou com Jourdan Serderidis (Ford Puma Rally1) a abrir a estrada após problemas de direção assistida na véspera, registando 15m59,6s devido ao forte efeito de limpeza de pista. Jon Armstrong (Ford Puma Rally1), regressado após falha de turbo, fixou a marca em 14m30,9s, queixando-se da falta de tração traseira nas descidas.
Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally1) completou o percurso 1,9 segundos mais lento que Armstrong, admitindo a frustração pelo abandono de sexta-feira, seguido por Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1), que gastou 14m15,0s em condições muito escorregadias.
A fasquia baixou consideravelmente com Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally1), que assumiu a liderança provisória com 14m08,7s e elogiou o comportamento do carro.
Contudo, Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1), beneficiando de partir em sexto, pulverizou o tempo do espanhol por dez segundos exatos (13m58,7s).
Atrás de si, Takamoto Katsuta cedeu 3,1 segundos para Evans, uma marca ainda assim suficiente para ultrapassar Mārtiņš Sesks na geral.
Sesks completou a tirada em 14m18,7s, surpreendido com o tempo perdido na sua tentativa de poupar os pneus. Pouco depois, Josh McErlean (Ford Puma Rally1) garantiu o quarto melhor tempo provisório ao rodar em 14m11,8s, focado no desgaste da borracha nas secções de asfalto.
Na luta pela vitória na especial, Adrien Fourmaux estabeleceu a marca de 13m57,2s, mas foi ultrapassado pelo ritmo avassalador de Sébastien Ogier, que retirou 9,4 segundos ao tempo do piloto da Hyundai.
O líder do rali, Thierry Neuville, vinha a bater os parciais de Ogier, mas optou por abrandar na secção final para gerir o desgaste dos pneus, parando o cronómetro nos 13m49,3s e cedendo segundos preciosos na frente da corrida.
No WRC2, Andreas Mikkelsen rubricou o tempo de 14m18,2s, batendo o rival Robert Virves por 7,5 segundos e dilatando a liderança na categoria para 15,7 segundos. Alejandro Cachón sentiu dificuldades no piso escorregadio, perdendo 14,8 segundos para o norueguês, o que permitiu a aproximação de Jan Solans, terceiro mais rápido. Mais atrás, Roope Korhonen foi afetado por um alarme de temperatura do óleo no seu Toyota e Yohan Rossel (Lancia Ypsilon HF Rally2) fechou a contenda com uns lentos 14m41,2s.
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