Armindo Araújo terminou a manhã de sábado no segundo lugar do Rali do Algarve, a 17,9 segundos de Pedro Almeida, mas admite que o ritmo na frente é elevado. O piloto, navegado por Luís Ramalho, promete continuar a atacar nas segundas passagens pelos troços algarvios.
Apesar de reconhecer que lhe tem faltado alguma competitividade para acompanhar os mais rápidos, Armindo Araújo não dá a luta por encerrada. O piloto sublinha que a segunda volta por especiais marcadas por pedra solta pode aumentar o risco de furos e criar novas oportunidades, salientando também a velocidade demonstrada pelos Toyota GR Yaris Rally2 nesta manhã.
“Não temos tido assim grandes problemas, mas o ritmo da frente está alto e, efetivamente, falta-nos alguma coisa. Mas há que dar os parabéns a quem está a andar melhor. Não temos muito de que nos queixar, temos é de fazer melhor. Apanhámos um pouco de pó no primeiro troço, mas também não é isso que agora vamos estar a lamentar. Estamos a fazer o nosso rali.
Em condições normais, acho que não haverá muito mais a fazer. Contudo, vamos manter a pressão até ao fim. Muita pedra solta, agora segundas passagens, furos, etc., tudo pode acontecer. Mas devíamos ter feito aqui um bocadinho melhor. A concorrência está forte, os Toyota estão, de uma forma muito geral, muito rápidos. Notamos que a Toyota está forte e vamos tentar melhorar alguma coisa.”
Foto: Zoom Motorsport









