À hora do fecho da edição, o argentino Federico Villagra preparava-se para vencer a terceira etapa do Mundial de Produção, quando para a última super especial disputada no Estádio de Córdoba, entrava com 11, 5 segundos de vantagem sobre Toshi Arai, no seu habitual Subaru Impreza.
A confirmar-se tratou-se, portanto, da segunda vez que um piloto convidado pela Organização de um rali venceu a prova nesta categoria depois de Óscar Svedlund ter triunfado na Suécia. No entanto, aqui na Argentina o triunfo começou a ser construído bastante cedo e só um furo na segunda etapa roubou algum tempo ao campeão argentino que provou que, nesta altura, os Mitsubishi são ligeiramente mais competitivos que os Subaru. Se Lesjec Kuzaj, Mirco Baldacci, Kristian Sohlberg e mesmo Arai tiveram fugazes passagens pelo comando, acabou por ser o argentino a ditar lei.
Na terceira posição, o jovem Janne Haninnen foi sempre um espectador atento desta luta, mas nunca esteve realmente em posição de atacar a contenda dos dois primeiros até porque fez um pião no 11º troço, o que o atrasou. Ainda assim, foi confortável a sua diferença para Gabriel Pozzo e Marcos Ligato, respectivamente, quarto e quinto classificados à entrada para a derradeira “arena”, sendo que o primeiro se pôde queixar de não ter chegado mais longe devido ao atraso sofrido na passagem de um charco, enquanto Ligato furou ainda na segunda etapa. Com a desistência ou atrasos acumulados pelos seus principais adversários não se pode dizer que a ausência de Armindo Araújo não tenha até sido benéfica.








